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Fui a babaca por contar a história de como eu e meu marido nos conhecemos? #Turmafeira

2020.08.12 15:44 sairennorebi Fui a babaca por contar a história de como eu e meu marido nos conhecemos? #Turmafeira

Oi Luba, editores, possível convidado virtual, gatas, papelões sobreviventes e turma que está a ver, quero muito participar por que preciso saber se eu fui a babaca na história.
Bom Luba, eu tinha uns 18 anos na época e minha amiga a mesma idade que eu, vamos chama-la de Karla para não expor. Nós éramos melhores amigas desde crianças. Somos da mesma igreja e, após eu ter um término com meu ex namorado entrei pra um dos grupos que tinha na minha igreja que ela participava. Assim que eu entrei reparei em um rapaz que também fazia parte e logo eu dei uma desculpa para pegar o número dele e começamos a conversar cada vez mais, vamos chamar ele de Carlos. Um tempo depois que estávamos conversando comecei a gostar dele e como eu e a Karla éramos melhores amigas eu fui contar pra ela. Quando contei ela disse que também gostava dele mas que não tinha tido coragem de chegar nele. A questão é que a Karla realmente é mais tímida que eu, mas ela conhecia ele antes de mim e não tinha me falado nada. O clima ficou meio tenso por um tempo e eu até pensei em me afastar do Carlos, afinal não queria perder a amizade dela, mas um tempo depois, quando as coisas estavam começando a ficar mais normais, Calos veio me falar que o melhor amigo dele estava gostando da Karla, vamos chama-lo de Tiago e que queria saber como chegar nela. (Ps. Carlos descobriu que eu e a Karla estávamos gostando dele pela mãe do Tiago, ela era líder desse grupo da igreja que participávamos.) Tiago também era muito tímido então não tinha muita coragem de chegar na Karla mas com algumas dicas ele conseguiu e os dois se aproximaram. Eu e o Carlos começamos a namorar e pouco tempo depois a Karla e o Tiago também, o que era bem legal por que saíamos juntos e éramos um grupo de melhores amigos. Tenho que deixar claro também que Tiago, com o passar do tempo começou a dar sinais de ser meio babaca com a Karla, como fazer ela sair de um emprego que ela estava ganhando muito bem pra ir pra outro que ela ganharia salário mínimo só porque no primeiro ela tinha que ir super arrumada pro trabalho (era corretora de imóveis), isso por que ela ainda está não era formada e tinha que pagar sua própria faculdade por que os pais dela não tinha condição, enquanto ele era formado e não trabalhava e ficava o dia todo em casa jogando.
Passaram-se anos nesse meio termo e Carlos e eu começamos um relacionamento a distância por que ele foi estudar medicina em outro país, e mesmo assim continuávamos juntos e com uma relação muito boa. No último ano, eu já tinha 22 anos, estava nas férias e Carlos estava comigo e fomos no aniversário da irmã de Tiago (ela era muito minha amiga e do Carlos também) e tinha outra amiga nossa lá, vamos chama-la de Larissa, ela veio me contar que tinha começado um relacionamento e que tinha começado meio errado e que tinha sido muito complicado e que estava com medo de por ter começado errado dar tudo errado (detalhe eu estava noiva do Carlos nesse dia e já estávamos próximo do casamento). Com ela me contando isso resolvi contar pra ela como foi o começo do meu relacionamento com o Carlos e como foi difícil porque eu tinha uma amiga que gostava dele, mas eu troquei todos os nomes e não expus ninguém, para mostrar pra ela que as vezes começa difícil como forma de provação pra ver o quanto as pessoas se gostam mesmo, mas que no final podia dar certo. O problema foi que a Karla e o Tiago estava perto e eu não vi, ela escutou tudo e ficou muito puta comigo. Fiquei sabendo depois que o Tiago tinha brigado muito com ela, falando que ele tinha sido o resto, que na verdade ela queria ter ficado com o Carlos (eles já tinham mais de 3 anos de namoro), sendo que ele sempre soube do começo da história, até por que foi a mãe dele que contou tudo pro Carlos. Resumindo ela ficou muito brava comigo e hoje não olha nem na minha cara, detalhe, eles eram nossos padrinhos de casamento e depois disso tivemos que achar outro casal às pressas por que estava perto do casamento. Durante a briga eu disse pra ela que ela estava deixando o Tiago decidir tudo da vida dela inclusive quem ela seria amiga e por isso ela estaria se afastando de mim, mas ela diz que eu inventei toda aquela história e que ela nunca tinha gostado do Carlos, sendo que tem outros amigos nossos que viveram esse momento conosco e sabem que é tudo verdade.
Atualmente estou casada com o Carlos e estamos vivendo muito feliz com ele no Peru (onde ele faz medicina). Ela continua o relacionamento com o Tiago e até onde eu sei ele está morando em outra cidade mas ainda controla cada movimento dela, não deixando ela ter amigos que ele não queira e nem fazer nada que ele não deixe. A mãe dela (muito amiga da minha mãe) detesta o Tiago e tudo que ele tem feito com a filha dela, que antes era uma menina feliz e alegre, agora vivia triste e chorando.
Então, eu fui a babaca por ter contado a história de como eu e meu marido nos conhecemos para uma amiga?
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2020.07.16 16:52 fobygrassman HAPPN PARA CASADOS

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DESCUBRA O APLICATIVO TRAIÇÃO MELHOR QUE A FELICIDADE Hoje em dia, com o Happn e outros aplicativos de namoro sendo usados, as mulheres estão mais abertas a encontrar parceiros on-line e a ter relacionamentos casuais e uma noite só ”
Mas e se você for casado ou noivo?
Você ainda pode usar o Happn?
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ASHLEY MADISON É UM PEDIDO PARA TRAIDORES CASADOS QUE FUNCIONAM EXATAMENTE COMO A HAPPN APP. Ashley Madison foi criada exclusivamente para traidores. Uma grande porcentagem de usuários é casada e há "destruição mutuamente garantida". Ou seja, se alguém o vê no Ashley Madison (Happn por trapaça), ele não o denuncia, pois precisaria explicar por que ele estava no site. Ashley Madison funciona perfeitamente no seu telefone da mesma maneira que a Happn. Você pode ver os usuários próximos a você ajustando o raio da pesquisa. O Happn para casais tem recursos adicionais que o Happn não possui, criados para mantê-lo 100% seguro e discreto. Ashley madison permite que você se inscreva sem verificação de e-mail, o que significa que você pode dizer que outra pessoa usou seu e-mail e que você não tinha ideia. A Happn obriga a usar seu perfil do Facebook com seu nome real e idade no seu perfil. Ashley Madison possui um assistente de foto que permite colocar uma máscara no rosto ou desfocar a imagem para que você não possa ser identificado. Os usuários de Ashley madison são muito mais compreensivos quando você tem apenas fotos discretas disponíveis. Se você tentasse isso no seu Happn, obteria zero correspondências. Ashley Madison também oferece uma galeria privada onde você pode armazenar suas fotos e conceder e revogar o acesso aos usuários a qualquer momento. No Happn, todas as suas fotos podem ser visualizadas ... por qualquer pessoa ... a qualquer momento! Ashley Madison tem um site para dispositivos móveis muito rápido, para que você não precise baixar um aplicativo para o seu telefone. Isso é especialmente útil para pessoas cujos parceiros geralmente têm acesso ao telefone. O Happn é apenas um aplicativo que você precisa baixar para o seu telefone. Ashley Madison é 100% grátis para mulheres, o que garante uma base de usuários feminina ativa e envolvente. Happn cobra homens e mulheres.
Se você quer toda a diversão e emoção de Happn, mas é casado ou tem um relacionamento, você definitivamente deveria tentar Happn for Married: Ashley Madison.
O QUE É A GERAÇÃO "HAPPN"? Devido a aplicativos como o Happn e outros, as mulheres são mais promíscuas do que nunca.
Antes do Happn, apenas um dos meus amigos usava qualquer site de namoro. Ela só saiu em 3 encontros ao longo de 2 anos. Mas desde que Happn, todas as minhas amigas têm um perfil e o estão usando ativamente! Graças à Happn, as mulheres agora estão confortáveis ​​e com experiência em namoro online e abertas a conhecer homens online. O namoro on-line agora é a maneira número 1 pelas mulheres encontrar homens para encontros.
EXPIRADO EM SEXO CASUAL Eu tive muitos encontros no Happn e aplicativos semelhantes, e todos os meus amigos também. Depois de ter seu primeiro encontro casual e perceber que uma noite divertida, apaixonada e emocionante é apenas um aplicativo, você não será privado.
A "GERAÇÃO HAPPN" É AGORA A FAIXA ETÁRIA DOS RECÉM-CASADOS. As mulheres que usaram o Happn entre 20 e 30 anos de idade estão casadas há anos e “o período da lua de mel está acabado. Eles estão ficando insatisfeitos e querem um caso. Muitos de meus amigos que usaram o Happn estão agora, casados, noivos ou em relacionamentos de longo prazo; Adeus Happn diversão e Olá compromissos de longo prazo.
ELES SÃO NOSTÁLGICOS POR SUA JUVENTUDE SEXY Agora sou um dos meus únicos amigos que ainda são solteiros e posso honestamente admitir que meus amigos casados ​​(especialmente aqueles que estão casados ​​há muito tempo) sempre me dizem como tenho sorte e o quanto eles sentem falta da diversão de encontros on-line. Happn para casados
A LUA DE MEL ACABOU Depois de um tempo casado, o sexo e a paixão desaparecem. Todos os meus amigos dizem que sentem falta da validação e do entusiasmo que têm de combinar caras atraentes. O Happn não é mais uma opção Todos os meus amigos casados ​​dizem que adorariam usar os aplicativos de namoro novamente. No entanto, se o fizessem, seus maridos descobririam muito rapidamente. A Happn e outras aplicações usam o facebook para gerar seu perfil. Happn mostra amigos em comum, seu nome, idade. Sites como ashley madisn estão vendo um grande aumento de usuários e um grande aumento de mulheres. Os aplicativos de conexão Happn e similares se tornaram um campo de treinamento para mulheres. Eles são treinados na arte do sexo casual e do namoro on-line e procuram ter encontros infiéis agora!
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2020.07.16 16:28 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE

ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE Descubra como acessar e conhecer mulheres casadas porém carentes em apenas 10 minutos
Casadas Carentes: As 5 melhores maneiras de conhecer casadas carentes em menos de 2 horas Escrito por uma dona de casa traidora real.
Casadas carentes são mulheres presas em relacionamentos de longo prazo não satisfeitas com o atual companheiro. O marido não a dá a atenção que ela merece, não a faz se sentir sexy, desejada, ou como um dia a fez sentir. Ela carece afeto, tesão, ou mimos. Elas sentem falta destas coisas, e tem desejos de procurar homens que ajudem a satisfazer estas necessidades para ela.
O QUE FAZ UMA MULHER CASADA SER CARENTE?
Há vários fatores que levam ao sentimento de carência de mulheres que conseguiram se manter em relacionamentos por tempos prolongados. Alguns destes fatores são:
• Vida sexual insatisfatória, onde não há tesão ou paixão. O marido não se preocupa com o que a mulher sente, só pensa em si, sem romance, sem preliminares, e sem posições diferentes. Parece um ato que tem como finalidade apenas fazer o marido se satisfazer, depois virar para o lado e dormir. • O homem não parece mais ter tempo para a esposa. Trabalha muito, chega em casa tarde, e está cansado demais para qualquer coisa nova, diferente ou divertida. Arruma tempo para jogar futebol com os amigos no final de semana, vai a bares com os colegas depois do serviço e chega em casa tarde e vai direto para a cama. A mulher não se sente mais importante.
• Não é tratada bem pelo marido. Não é apenas deixada de lado, mas ainda é ofendida por certas atitudes do marido. Ele briga, xinga e a ofende. Não a respeita, como deveria, e ela sente aquela vontade de sentir aquilo que um dia ele ofereceu: carinho e afeto.
• Ela quer novidade. Ela ficou com o mesmo homem por muito tempo, e já sabe tudo que ele faz e vai fazer. Na cama é tudo rotina, o beijo é sempre o mesmo, a cama é sempre a mesma, as personalidades são sempre as mesmas. Ela só quer sentir alguma coisa diferente depois de tantos anos, precisa de algo que a lembre que está viva.
COMO CONHECER CASADAS CARENTES?
Agora que você sabe como casadas carente se sintam, você deve estar se perguntando como conseguir encontrar uma, para a ajudar a satisfazer suas necessidades. Será que há algum lugar onde elas ficam mais concentradas, dispostas a serem abordadas por um estranho? Será que dá para encontrar alguma em algum bar pela cidade, pronta para ser conquistada? Boa sorte, mas isto vai ser difícil desta maneira.
Mulheres nesta situação, mesmo que carentes e com vontade de experimentar coisas novas, ela não quer se colocar em posições comprometedoras ou em risco de ser pega ou descoberta pelo seus maridos. Elas geralmente são mais tímidas, e não teriam tanta coragem, pois são mulheres que geralmente estão em relacionamentos com mais de 5 anos, e está fora do jogo de namoro há muito.
Mas vamos dizer que ela tivesse a coragem de ir na cidade e ir para algum bar, para ver se algum homem a abordasse. Como você distinguiria uma casada carente e uma que simplesmente quer se divertir no bar com as amigas, ou apenas beber. É muito risco para você como um homem abordar uma mulher de aliança.
Existe um local perfeito para encontrar casadas carentes: Ashley Madison. Site reconhecido internacionalmente como melhor ferramenta de traição.
ASHLEY MADISON
O que a Ashley Madison oferece que outras alternativas não oferecem para encontrar casadas carentes? Será que casadas carentes realmente usariam um site deste?
A Ashley Madison é uma gigante no oferecimento de oportunidades para traição. Já reuniu mais de 50 milhões de usuários em todo mundo, um dos sites mais populares do mundo. Isto não é só no mundo, no Brasil também tem uma presença muito grande, chegando a quase 2 milhões de usuários, esperando outros 1 milhão até 2020.
Tem duas coisas que a Ashley Madison oferece que garante a vinda de casadas carentes. Primeiramente é a discrição. Como foi explicado anteriormente, mulheres nesta posição não querem ser colocadas em situações comprometedoras, nem em risco desnecessário. A Ashley Madison tem múltiplas ferramentas inovadoras que oferecem uma discrição garantida como: não precisar confirmar seu e-mail no cadastro, assistente de fotos patenteado que permite borrar fotos públicas, permitindo a visualização de uma galeria privada a apenas pessoas que elas concederem acesso, podendo ser revogado a qualquer momento.
Outra coisa muito atraente a mulheres é o custo para elas. A Ashley Madison concede acesso gratuito às mulheres. Elas tem acesso a toda função do site, sem ter que pagar. É óbvio que isso chamaria a atenção de casadas carentes. Elas não teriam que justificar gastos a seus maridos posteriormente.
DICAS PARA CONHECER CASADAS CARENTES NA ASHLEY MADISON
Segue as seguintes dicas, e você vai se ver encontrando múltiplas mulheres desejando atenção ou outras coisas que você pode oferecer a elas.
  1. Inscreva-se! Uma ferramenta reconhecido pelo mundo todo como forma eficiente de encontrar parceiros para traição. Junte-se a Ashley Madison e tenha acesso a uma multidão de mulheres casadas e carentes.
  2. Navegue pelo site, e por todas as mulheres no site, procurando alguma que te interesse. Veja o perfil dela e inicie uma conversa, de forma adequada, gentil e cavaleira. Não seja agressivo, nem estranho, nem genérico. Deixe claro suas intenções e a dá a atenção que ela carece. Preste atenção no que ela diz e o que ela deseja, e a partir das reações dela, vê como pode prosseguir. Se quiser deixar a conversa mais sexual, tenha moderação. Não comece de forma sexual, vai elevando o calor da conversa de forma gradual, sempre levando em consideração a reação dela.
  3. Monte um perfil decente. Dedique bastante tempo a seu perfil, ele será uma das primeiras impressões dela de você. Quanto mais tempo e atenção der ao seu perfil, maior a chance de casadas carentes se interessarem em você.
Agora que você sabe como encontrar e conhecer mulheres casadas carentes perto de você, entra na Ashley Madison e encontre uma em até 10 minutos!
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2020.07.16 16:22 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS PORÉM CARENTES em menos de 2 horas e desfrute de um caso esta noite e curta um caso agora!

5 Maiores Razões Mulheres Casadas Traem & Como Conhecê-las De uma dona de casa traidora real
Como uma mulher casada há mais de 7 anos e que “pulou a cerca” várias vezes, fui convidada a escrever este artigo e fornecer algumas idéias para vocês, curiosos sobre o que faz com que uma mulher casada traia e como vocês podem seduzi-las.
As mulheres casadas traem por muitas das mesmas razões que os homens casados traem; Elas são felizes em certas partes do casamento e muito infelizes em outras.
Maiores Razões Mulheres Casadas Traem: 1. Seu marido não a faz mais se sentir sexy / desejável. Depois do meu terceiro ano de casamento, encontrei meu marido e eu “familiarizados de mais” um com o outro. Eu percebia que ele não olhava para mim da mesma forma que ele costumava, com luxúria e desejo, apesar de estar muito mais em forma agora que quando nos casamos.E me vi procurando homens que me olhassem como meu marido quando nos conhecemos.
  1. Quer explorar desejos sexuais (kinks) aos quais ela era imatura demais ou desconhecia em sua juventude. Casei aos 25 anos e, para ser sincera, eu era relativamente inexperiente sexualmente. Eu tive alguns relacionamentos de longo prazo antes do meu marido, mas éramos jovens e o sexy era baunilha, e eu era jovem demais para realmente saber que tipo de “kinks” eu gostava naquela idade. Agora estou casada há 6 anos e o pensamento de fazer meu marido explorar essas fantasias sexuais parece impossível.
  2. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Depois do meu primeiro filho, notei uma queda imediata no sexo e na intimidade, mas isso é de se esperar. No entanto, faz três anos desde então e a intimidade nunca se recuperou. Ele vê eu como uma cuidadora e uma mãe em vez de um ser sexual agora, e é sua perda. Até perdi o peso da gravidez o mais rápido possível e voltei imediatamente à academia, na esperança de que ele aumentasse a vida sexual novamente.
  3. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Nas raras ocasiões em que meu marido inicia a intimidade, geralemnte é apressado e unilateral, e geralmente sem preliminares; tenho certeza que é bom para ele, mas não me satisfaz. Isso me faz sentir como uma “ferramenta” para ele ter orgasmo e tenho certeza que ele percebe que não estou entusiasmada.
  4. Sem paixão, sem excitação, sem emoção. Quando a gente fica íntimo, é sempre em casa, na cama e provavelmente planejado. Quero experimentar lugares novos e emocionantes, ao ar livre, etc. Quero um homem que rasgue minhas roupas no segundo em que chegarmos ao quarto do hotel.
Como atraí-las: 1. Lembre-se de que as mulheres casadas que procuram casos online começam aos poucos e ficam nervosas, excitadas e inseguras. Portanto, comece devagar e deixe-as saber que você pode se relacionar.
  1. Faça-a sentir-se desejável, porque o marido não faz. Comece com um elogio sobre uma de suas fotos ou seu perfil.
  2. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  3. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  4. Planeje algo emocionante com ela para que ela se comprometa com a reunião. Não precisa ser grande, mas talvez uma nova cafeteria popular ou uma livraria. O fato de você se reunir em segredo é suficiente para tornar a reunião tentadora.
Sites de namoro de casados ​​como Ashley Madison oferecem aos usuários um lugar seguro e discreto para interagir com pessoas com a mesma ideia em um ambiente livre de julgamento. Sites como Ashley Madison tiraram a maior parte do risco e suposições do flerte de casados e provaram ser uma alternativa mais segura aos antigos casos no trabalho.
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2020.07.13 22:01 DinoTailandes Meu namoro (quase) incestuoso que dividiu a família.

Olá Luba, possíveis convidados, editores, falecidos papelões (que Deus os tenham), gatas, leitores, reddit, sexto andar, quinto andar, quarto andar e turma que está a ver. Hoje vim contar a história do meu namoro quase incestuoso que dividiu a minha família. Relaxa, não era um namoro incestuoso, ela era minha prima de 3° grau, mas um título chamativo é tudo, né?
Bom, tudo começou na infância, eu tinha 7 e ela tinha 9, e já eramos apaixonadinhos naquela época. Fazíamos coisas bobinhas de crianças apaixonadinhas, sabe? Pegar um na mão do outro, dar beijinho na bocheca, etc. Nos víamos muito raramente, pois ela era filha da prima da minha mãe, ou seja, minha prima de 3° grau, e morava em outra cidade. A mãe dela e a minha eram muito próximas na infância, porém, com o passar dos anos, por motivos que serão revelados no decorrer da história, elas começaram a se estranhar.
Ficamos 7 anos sem nos ver por motivos de falta de oportunidade msm, até que minha prima de 2° grau (tia dela e prima da minha mãe) havia sido solta de uma prisão da Turquia, e a família toda foi comemorar esse acontecimento, e lá eu reencontrei ela.
Conversamos a festa toda, trocamos os números e conversando e saindo, nos apaixonamos novamente.
Em 6 meses criamos uma puta relação de amizade, conversávamos sobre tudo e eu confiava cegamente nela, e ela confiava cegamente em mim. Por conta dessa filosofia estúpida, porém real, de que seus únicos amigos verdadeiros são sua família, eu confiava apenas na minha família. Tinha dezenas de amigos, mas sabia que não podia contar com nenhum deles, porém, eu contava com ela. Contava muito. Falava sobre sentimentos, planos, acontecimentos e pensamentos com ela que eu não falava com ninguém.
Começamos a namorar e tudo ía bem. Nos amávamos demais e planejamos até o nome de nossos possíveis filhos após casarmos (você provavelmente riu, eu sei. Bem precipitado e bobo, né?). Até que um dia, minha sogra disse para ela que pegava minha tia na adolescência. Eu fiquei desacreditado, pois minha tia é evangélica, bastante homofóbica, casada com um homem e nunca deu nenhum indício de ser bissexual. Perguntei a ela para saber se isso era verdade e ela ficou PUTÍSSIMA, pois era mentira e ela já havia contado essa mentira a 7 anos atrás numa festa de família, o que constrangeu minha tia e fez várias pessoas da família acharem que ela era bissexual e só era casada com meu tio por fachada. Após eu ter perguntado, ela brigou bem feio com minha sogra, e ficamos preocupados com a possibilidade de isso prejudicar nosso namoro que já era complicado por conta da distância.
Conversamos sobre e eu revelei a ela o que minha família pensava sobre os pais dela. O pai dela usava bastante drogas na juventude e já deu 2 tiros no seu próprio sogro (foi por auto-defesa, mas 2 tiros são 2 tiros) e a mãe dela já havia tido diversas confusões com minha mãe e minha tia por conta de mentiras, desaforos e afins. Isso causava à minha família péssimos pensamentos sobre eles. A mãe dela viu toda a conversa no celular dela, e ficou muito entristecida, decepcionada e puta com meus pais. Meus pais sentiram que eu quebrei a confiança deles ao contar tudo aquilo, e eu realmente quebrei, pois seus pensamentos eram óbviamente segredos, e eles me contaram isso apenas para me alertar sobre os sogros quais eu estava tendo. Isso feriu muito nosso relacionamento, e para compensar, meus pais acharam nudes no meu celular que haviamos trocado meses antes.
Nossas famílias são bem cristãs, e meus pais, principalmente, não admitiram que continuássemos o relacionamento. Hoje, nossas famílias se evitam e se desgotam mais que antes. Eu terminei o relacionamento, pois me senti muito culpado por ter quebrado a confiança dos meus pais, e senti que era meu dever terminar, pois mantendo aquele relacionamento, eu manteria a relação desconfortável e extremamente delicada entre os meus pais e os pais dela.
Fui o babaca, eu sei. Ninguém se importa, eu sei. Mas pelo menos, essa história pode gerar conteúdo para o seu canal.
Obrigado por ter lido até aqui, beijos <3.
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2020.07.01 21:02 Dany_Tai Sou eu de novo hehehe "você não devia ser amiga dela" (seu eu aparecer no vídeo tampa meu nome Matheus kkkkk)

Eae galera, tudo bom?
Olá Luba (de 2016, F no chat para a barba), gatas, papelões falecidos e sobreviventes, improvável convidado (Eeeiiii), turma (oi casada?), e todo o resto.
Bem dessa vez, eu queria saber se eu sou a babaca (Sim de novo) e tbm o que devo fazer, vamos lá.
Bom, em meados de 2018 eu conheci uma amiga minha, sim, aquela que meus pais não gostam (nessa época eu já conversava com meu atual namorado, talvez seja uma informação importante).
Ela se tornou minha melhor amiga (vamos chamá-la de Carls), pois eu a conheci no final de um relacionamento, de amizade (aquela historia da minha mãe que humilhou elas, isso foi no final de 2017, mas foi uma ocasião bem doída pra mim) e de um antigo namoro.
Ainda em 2018 eu conversei com ela e disse que eu mudaria de turno (no caso eu estudava de manhã e mudei para a tarde), então recebi a notícia de que ela iria embora e eu fiquei arrasada. Desde essa época meu atual namorado já dizia que gostava de mim (insistiu tanto que deu certo kkk), ele era meu melhor amigo, e quando comecei a estudar de tarde essa amizade ficou bem mais forte.
2019 chegou e fui estudar a tarde, eu sempre mantia contato com ela, sempre nos falávamos é tava tudo bem, até eu fazer amizade com outros pessoas e iniciar meu namoro, Carls começou com uma história estranha de que eu a estava trocando, o que não é vdd, afinal eu a amo, mas nossa amizade ainda corria bem.
Neste ano, eu mudei de escola, estudava cerca de 8 horas por dia, levava uma hora pra ir pra escola (pq é em outra cidade) e uma hora pra voltar pra casa. Tenho que estudar pra 15 matérias, conciliar estudos, namorado, amigos, irmãos, pais e religião (quem leu minha outra história sabe kk), ela acho que ela não entendia isso muito bem, e começou a brigar comigo constantemente, pedindo por atenção quase o tempo todo.
Um dia, durante uma aula, ela me mandou msg, nesse dia brigamos, e dissemos coisas que não queríamos. Tive uma crise de ansiedade em decorrência disso... quase tive que ir pra casa, mas meus amigos me ajudaram, me animaram (Meu namorado foi quem mais me ajudou❤ficou do meu lado o tempo todo). Eu a bloquiei em todas as redes sociais, eu estava tão magoada que não suportava a ideia de ver uma notificação de msg dela.
Meses se passaram, estava tudo "bem". Até eu receber uma msg dela, ela me pediu desculpa e eu tbm me desculpei com ela, afinal eu errei tanto quanto ela. O meu namorado odiou essa ideia, eu disse que daria uma segunda chance pra ela, eu não a odiava, só estava magoada, mas parece que ele não quer entender. Eles dois são que nem gato e cachorro, mas eu os amo, apesar de que minha amiga não gostar quando eu comecei a namorar, ou ele não suportar a ideia de ser amiga dela de novo, pq ela me magoou.
É basicamente isso... Eu meio que não sei o que fazer, eu não quero perder nenhum deles na minha vida, os dois são muito importantes pra mim...
Se vcs (Espero que alguém veja essa história kk) não entenderem alguma coisa, estarei a disposição pra esclarecer
Beijinhos pra vcs, se cuidem.❤
Link do meu outro post (acho que vai servir pra entender mais um pouco): https://www.reddit.com/TurmaFeira/comments/hfjleg/sou_babaca_por_querer_sair_de_casa_e_não_suporta?utm_medium=android_app&utm_source=share
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2020.06.21 06:02 harrys23 O chapéu do Jean nunca coube tão bem

Olá luba, editores, gatas e turma que está a ver. Então, essa só uma história de como amor próprio é importante na vida da gente (a história é grande, mas vale a pena, dê uma chance). PS: Tinha 21 anos quando tudo isso aconteceu, hoje tenho 22, isso pode ou não deixar a história mais revoltante. resumo no fim do texto, caso não queria ler tanto.
Eu comecei a namorar a Barls quando entrei na faculdade, foi um namoro com altos e baixos, com alguns meses de namoro eu traí ela por que ainda tinha uma mentalidade infantil e sem maturidade. Ela ficou extremamente magoada comigo e eu realmente me senti arrependido pelo meu erro, ela me perdoou e eu fiquei meses tentando reconquistar a confiança dela.
Com o tempo superamos isso e tudo ficou no passado. Namoramos por 1 ano e alguns meses, ela me pediu em casamento, eu disse não porque eramos somente estagiários e seria complicado casar do nada sem ter nem um real no bolso. Mas depois de uns meses, pedi a mão dela em casamento na praia quando viajava com a família dela (P.S: ela perdeu a aliança no mar na mesma hora ¬¬).
Depois de completar 2 anos de namoro, investindo a metade dos nossos 2 salários de estagiários por mês, casamos. Foi ótimo, eu me atrasei pra chegar no casamento, meu avô que nos casou, a festa de casamento foi no McDonald, só coisa chique de um casamento de estagiários kkkk. Conseguimos um apartamento que nossos salários conseguissem pagar o aluguel, com o dinheiro investido conseguimos mobiliar a casa (junto com umas ajudas das nossas famílias)... Por 3 semanas eu chegava em casa me sentindo realizado.
Nota-se que eu disse 3 semanas. Após 3 semanas de casados, um amigo nosso (Arls) da faculdade nos chamou pra uma festa na casa dele pois os pais dele tinham viajado e eles liberaram pra ter uma festa. (P.S: Arls era meu melhor amigo, considerava ele meu irmão) Pra encurtar a história, eu vi Arls e Barls se beijando na piscina depois da festa.
Confrontei os dois, eles assumiram ter sentimentos um pelo outro desde que se conheceram mas que tinha sido a primeira vez que tinha ocorrido isso (se pegarem). Ela começou a desmaiar por ter problemas de ansiedade, quando acordava falava pra eu ir embora e que não queria me ver, e desmaiava de novo. Ela desmaiou mais umas 3x dizendo a mesma coisa. eu deixei ela com o Arls no quarto e disse pra ele que se ela acordasse era pra dizer que eu fui pra casa, mas que qualquer coisa tava do lado de fora. Passei a noite acordado, chorando.
No dia seguinte, ainda na casa de Arls, sentei pra conversar com ela, disse que a perdoava, mas que precisava saber se ela ainda iria querer continuar juntos (já que sente algo por Arls) e que, se fosse continuar, ela teria que ganhar minha confiança do zero, como eu tive que fazer e queria essa resposta até o final do dia. Fomos pra casa. No fim do dia ela pediu pra abrir a relação pra poder continuar ficando com Arls, e que só responderia se queria continuar comigo depois que eu respondesse sobre abrir a relação. Eu concordei em abrir a relação, ela disse "claro que eu vou continuar com você, mas se você não tivesse aberto a relação eu iria pedir um tempo".
Não, essa história não acaba aqui (JEZAS), ela ficava com Arls depois da faculdade no caminho pro trabalho dela, fins de semana e tals. quando voltávamos pra casa juntos depois do trabalho, ela ficava no celular conversando com ele, "a saudade dele é maior que a sua porque você mora comigo" ela dizia quando eu pedia atenção e tudo mais. Depois de 2 semanas de relacionamento aberto, ela pediu pra virar poliamor (queria namorar com ele enquanto casada comigo) porque se descobriu poligâmica. Eu não queria desaprovar quem ela realmente era, não queria deixar ela infeliz porque ela era (pra mim) o amor da minha vida, minha esposa e eu amava ela.
Eu entrei numa depressão fodida, só comia quando não aguentava mais de fome porque tinha medo de pegar a faca e me matar (como quase aconteceu uma vez nesse meio tempo). Nós não conversávamos direito, não tinha mais afeto, não tinha mais carinho... Ela começou a ir cada vez mais com frequência pra casa dele, ficar comigo só um ou dois dias e depois ficar com ele por mais tempo.
Eu pedia atenção, explicava pra ela como me sentia, pra ver se ela nota que seu marido queria atenção pelo menos. Um dia, ela sentou comigo e terminou a relação, com o motivo de que a relação estava toxica pra ela porque eu pesava o emocional dela.
A história ainda não acabou, porque não basta ser corno, tem que ser trouxa kkkk. Ela terminou mas pediu pra que ainda morássemos juntos, pra fingir que ainda estávamos casados para nossas famílias pra não perder a ajuda deles (eles ajudavam pagando nossas faculdades alguns meses). Eu aceitei com medo de não ser aceito pela minha família (que eram contra o casamento desde sempre).
Passei por muita coisa que, quando conto, meus amigos ainda querem me bater por ter passado por isso. Eu dormia só dormia no sofá e ela dormia na cama com ele (cama dada de presente por meus pais), ela ia "tomar banho" demorado junto com ele enquanto eu estava na sala tendo que aumentar o som da TV (deu pra entender né?), tive que ficar 1h no salão de jogos do prédio porque ela queria "um momento a sós com ele"... Enfim.
A casa que eu chegava e me sentia realizado, era uma prisão de tristeza que eu mesmo criei. Alguns amigos me tiravam de casa porque vivia sozinho e depressivo, eu comecei a beber muito pra não pensar em me matar, fumar muito pra controlar a ansiedade. Até depois de 5 meses nessa situação, meus amigos me encorajaram a sair de lá e contar aos meus pais.
Contei pra Barls que queria sair de lá e contar para meus pais, Ela pediu que eu contasse que terminamos porque eu comecei a beber e fumar e por isso não tava dando certo pra ela (porque foi o que ela contou para os pais dela). Pediu pra que ela ficasse com as coisas e o apartamento, e eu concordei em deixar tudo pra ela porque só queria paz.
Contei TUDO para meus pais, morrendo de medo de ouvir um "triste, agora se vira". Eles me acolheram em casa, buscaram minhas coisas porque não queriam que eu voltasse pra lá, tentaram ouvir o lado da Barls (que não quis conversar com eles), me colocaram em terapia e num psiquiatra.
Dias depois que saí de lá, Barls me chama de manipulador, mentiroso e que fiz todo mundo achar que ela é a vilã. chegou a dizer "não tem como qualquer pessoa ter qualquer tipo de relacionamento com você" (e ouvir isso de quem você ainda ama é algo que marca bastante). Tudo porque nossos amigos em comum ficaram do meu lado, mesmo dando a ela a chance de contar o lado dela da história ela sempre desviava do assunto ou nunca falava nada.
Hoje em dia ainda to no processo de divorcio, não tenho contato com ela a não ser pra falar do divorcio. Ainda tenho problemas com autoestima e depressão, mas sei que 90% disso que passei não teria acontecido se eu tivesse tido amor próprio. Não me culpo por ela ter me traído, nem nada, apenas me culpo por não ter amor próprio o suficiente pra dizer não a ela e pensar no meu bem estar emocional pra ter deixado essa situação mais cedo.
É isso luba, minha história é revoltante, eu sei, provavelmente vou receber mensagem dela porque ela também te acompanha (se ela encher o saco eu bloqueio e foda-se). Mas queria compartilhar minha história pro pessoal ver como amor próprio pode salvar sua sanidade. Beijo lubisco <3
"Caraca que história grande pra caralho, num vou ler": Fui corno, abri a relação pra ela ficar com o cara, ela pediu pra poder namorar com ele enquanto casada comigo, terminou comigo depois, pediu pra fingirmos que estávamos juntos pra nossas famílias e quando saí de lá, eu sou o errado por contar essa história.
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2020.06.07 03:08 BethNina 3 Triângulos Amorosos

Oi, gente linda do canal! (Ah, não, pera)
Galera, essa história é bem longa e começou há uns 2 anos (é. Não acabou ainda, mas nós vamos chegar lá).
Então, era um momento lindo da vida em que nós ainda podíamos sair de casa. Eu estava solteira há bastante tempo e meu hobby era usar o Tinder para conversar com as pessoas e, quem sabe, encontrar alguém legal pra amarrar meu jegue.
Match vai, match vem, acabei conhecendo não só uma, como DUAS mulheres que eu achei maravilhosas. Além de lindas e o papo era beeem massa. Vamos chamar uma de Carls e a outra de Larls.
Como a solteirisse é terra de ninguém, acabei saindo com as duas.
O detalhe: a Carls é CASADA com um HOMEM 15 anos mais velho. E a Larls estava envolvida também com um HOMEM (casado e também muitos anos mais velho, diga-se de passagem tb).
A Carls tentava me convencer de sair com ela e o marido. Só que eu não estava nessa onda, e falei que se ela quisesse sair comigo, ok. Senão, seriamos só amigas mesmo.
Enquanto isso, eu saía com a Larls e a gente se divertia bastante. E eu fui bem clara com as duas que eu não era exclusiva. Cada uma sabia da outra. E tava tudo ok.
A Larls cozinhava para mim, ia comigo ao cinema, e era realmente bacana. Só que as duas ficavam com muito ciúmes uma da outra (não julgo, pq eu também tinha ciúmes das duas com os caras). Inclusive, ela tinha ido até o hospital me levar comida quando eu tive uma crise de enxaqueca. Ela acabou conhecendo meu pai, minha mãe e meu irmão naquele dia.
Já a Carls me levava para almoçar e talz, só que sempre às escondidas, super rápido, coisa de no máximo de 1h a gente se vendo. Ela ficava sempre bastante nervosa perto de mim, sempre olhando para os lados e analisando ao redor. Foi aí que eu descobri que o marido dela foi diagnosticado clinicamente como PSICOPATA. E, adivinhem: ela tem porte de arma. E ela tem uma arma em casa!
Passou 1 mês e a Larls me mandou mensagem dizendo que, para ela, já não dava mais. Só que eu fiquei desesperada, porque eu realmente gostava dela. Acabei tomando minha decisão: fui até a casa dela e a pedi em namoro.
Aí no meio daquela emoção de começar um namoro, minha irmã me liga pedindo para buscá-la no Outback. Ela tinha começado o namoro com uma menina no mesmo dia.
Chamei ela pra ir comigo. Enfim... Minha mãe era meio homofóbica naquela época, então quando chegamos na minha casa, foi uma situação meio tensa.
Passadas 2 semanas, a Larls ainda estava muito ciumenta da Carls (a gente ainda conversava, mas eu realmente não estava ficando com ela). Até que eu não aguentei mais e terminei o namoro.
A Carls falou que ia largar do marido e acabamos "namorando" por um mês (mas foi tudo virtual, pq ela estava em outro estado com o marido e a enteada).
Quando ela voltou, as coisas estavam estranhas entre a gente. Resultado: ELA VOLTOU COM O MARIDO!
Foi uma baixaria só... Ela começou a me mandar mensagens no Instagram. Bloqueei. Facebook, bloqueei. WhatsApp, bloqueei. BLOQUEEI EM TUDO QUE EU LEMBRAVA.
Até que um belíssimo dia ela me manda um e-mail me pedindo dicas de trabalho (eu trabalho com marketing digital) porque ela tinha arrumado um emprego como assistente jurídica em uma empresa com foco em atendimento digital.
Respondi e depois mais nada.
VEY, A GURIA COMEÇOU A FAZER SPAM NO MEU E-MAIL COM MENSAGENS. Eu respondi ela desabafando toda a minha revolta que estava entalada.
Eu tive que bloquear ela do meu FUCKING E-MAIL.
Passaram vários meses e, depois de ter me restabelecido emocionalmente, acabei procurando a Larls para pedir desculpas porque eu tinha sido babaca com ela (eu sei que eu não deveria te continuado a conversar com a Calrs depois que começamos a namorar).
Acabamos voltando a conversar e as coisas foram fluindo bem mais naturalmente. Até que um dia convidei ela para ir comigo no casamento de um amigo e, como meus pais e meus irmãos estavam viajando, a minha AVÓ me ligou pedindo para eu levar minha amiga para dormir lá em casa e eu não ficar sozinha.
Bom... Acabamos ficando.
E uma semana depois estávamos namorando. Isso foi em novembro de 2018. Quando foi no carnaval de 2020 fomos morar juntas.
Acabamos de completar 1,5 de namoro. A Larls esteve comigo quando perdi meu avô em abril e meu pai em julho. Hoje ela conversa mais com a minha mãe e a minha avó do que eu kkkkkk
É isso, turma.
Estou anexando alguns prints dos e-mails com a Carls pra vocês verem que não é fake:
https://imgur.com/a/QUoIxIF
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2020.06.06 22:19 Zaratrin o ex futuro namorado babaca da minha irmã

oi Luba, gatas, possível convidado que nunca tem, papelões mortos
F
Minha irmã ficava com um guri desde o ano passado, eles ficavam sério, ele mandava papo de futuro e tals, queria até conhecer a mãe dela, queria namorar com a minha irmã. Ele falava que não tinha ninguém além dela, chamava ela de mandraka, uma gíria do funk eu acho, ele falava q estava apaixonado, dizia q largou todos os corres dele pra ficar com ela. Minha irmã acreditava, lógico, ninguém imaginou que alguém poderia ser tão cuzão ao ponto de tratar dessa forma, falando q queria ela na vida dele e tals, pra no final só estar iludindo. Ele surtava com tudo, com os amigos, com lomotifs, mas ela tbm não era calminha não, mas ela sim tinha motivos pra surtar com ele. Eu ajudava ela, dava conselhos, eu mesma acreditava q ele era boa pessoa, não conseguia entrar na minha cabeça q alguém poderia ser tão babaca em fazer tal coisa, mas ele fez. Mas como é babaca, ele dava papo de futuro em outras minas tbm, aí um dia rolou uma festa, e o guri pegou 4 meninas enquanto ela não foi, e ele falava q só foi nessa festa para pegar a minha irmã, sendo q a dona da festa dizia estar casada com ele, pq ele tbm dava papo nela e iludia ela
Minha irmã cagou pra ele a festa inteira depois q a amiga falou oq ele fez, uns amigos desse guri vieram chamar ela, falando q ele queria ficar com ela, mas ela mandava eles tmnc e voltava a curtir. E lá tinha alguns guris que minha queria ficar (ela não é santa, mas não fez nada, diferente dele).
Minha irmã descobriu q ele dava em cima de várias, deu em cima até de mim, enquanto ele cuidava da garota q dizia estar casada com ele, ele ficava mandando beijinhos para ela. Ai depois da festa minha irmã mandou mensagem perguntando o pq dele estar falando aquilo, ele fez a egípcia, dizia q não sabia, tava se fazendo de santo. Ele ligou e surtou, falando q ela não confiava nele, que não sei oq
Então ela cansou dele, ele mentia pra ela, e ela se cansou. Então, umas 3 semanas depois da festa ela começou a conversar bem mais com o amigo dele, no mesmo dia da festa ele mandou uma mensagem dizendo "eu não tirei o olho de você, não fiquei com ninguém querendo ficar só com voce", (e ele realmemte não tirava o olho dela, era até meio bizarro, ela passava e ele a seguia com os olhos) e ele parecia mais interessado nela doq o babaca, a conversa fluiu, ele parece está interessado e ela tbm. Mas o babaca, vamos chamar ele de Carls, voltou, xingou ela de tudo quanto é coisa, e xingou o garoto q ela está conversando tbm, vamos chamar ele de Varls
Carls foi no wpp dela e a xingou muito, e muito msm, ela o bloqueou e ele foi no dixx dela reclamar por ela não ter seguido ele de volta no insta, ele parou de seguir. Depois de um tempo sem se falarem alguém ligou para ela, ela atendeu, era ele num número desconhecido, ele começou a se desculpar, falou q ela era a garota da vida dele, que ele amava ela e blá blá blá, ela disse que não queria mais nada com ele, que não queria saber dele e tals
Ela jogou um monte na cara dele
Aí o Carls perguntou se ela estava ficando com o Varls, ela disse que sim, ele mandou ela ir se fuder, falou um monte de merda
Ela desligou e ok
Alguns dias sem nenhum sinal do Carls, ela recebeu uma solicitação de um garoto chamado Carls Junior, aceitou e começou a conversar, o papo fluiu de boa, ele era até legal. Então ela postou um story no insta para mandarem perguntas para ela, e o Carls Junior mandou "tem Whatsapp?", ela respondeu no privado q sim, ele pediu pra ela passar e ela passou, começaram a conversar. Ai ele mandou no wpp "tá ficando sério com alguém?" ele mandou isso do nada, no meio de uma conversa qualquer, ela já ficou com uma pulga atrás da orelha "pq ele foi tão direto assim?" Ela pensou. Ela falou q estava sim e ele perguntou com quem, ela mandou a real, e perguntou pq ele estava fazendo essas perguntas, e então ele mandou "porra (nome fictício pra ela), você tá ficando com meu amigo, filha da puta", era o Carls, o babaca da historia, ela parou de responder, e ele começou a fodelância de palavras, falou mais merda q eleitor defendendo político. Depois disso tudo, ele ainda teve a cara de pau de chegar na """"melhor amiga"""" (varias aspas pq né, falsa cof cof, talarica cof cof) dela pra pedir pra ficar, pra tentar causar ciúmes na minha irmã, sendo q ele chamava a amiga dela de talarica, dizia que nunca ia pegar ela, mas na primeira oportunidade de atingir minha irmã, ele foi
A amiga não aceitou, pelo menos isso (mas em outra ocasião com certeza aceitaria). Mas não deu em nada, ela nem quer mais saber dele, ela está bem com o Varls, mas o Carls não larga do pé dela, Varls ainda desceu o cacete no Carls pra ele deixar de ser escroto, mas não adiantou, ele continua procurando minha irmã pra xingar ela, ele não superou. Acho q não desiste pq ele foi regeitado, e não pq regeitou, deu pra entender?
Ele é o babaca?
um mês depois ele começou um namoro com uma amiga da minha irmã, e aquela garota que ele tava casado no começo de tudo, lá na festa, tbm estava ficando com o mlhr amigo dele. Então, os dois melhores amigos dele estavam praticamente namorando as minhas q ele agora não consegue esquecer
ah, e essa menina que o Carls namora, minha irmã já pegou
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2020.03.28 13:28 takushy Como se desculpar com você mesmo?

Olá, sou homem de 22 anos de idade namoro a 3 anos e meu namorado tem 23 anos. Na escola sempre fui muito extrovertido e feliz. Era popular pela alegria que contagiava a todos, lá conheci meu atual namorado que para proteger sua identidade vamos chamalô de Matheus. Tivemos um belo começo de relacionamento mesmo ele parecendo ser um pouco ciumento. Ele sempre queria que eu estivesse com ele e parasse de andar com meus amigos. Assim eu fazia pq eu não tinha muitos tabus contra isso na época e me dava bem com praticamento todo mundo. O tempo foi passando começamos a morar juntos e por conta de sua possessividade eu tive que literalmente abandonar todos o smeus amigos de infância, de escola, de Facebook. Tudo. Sempre achei estranho ele ser tão rigoroso quanto isso e no Facebook dele crescer mais e mais o número de amigos. Tudo bem, como eu disse, eu não cresci com muitos tabus, o único que eu repetia para mim desde a minha infância era de que eu nunca iria trair a pessoa com quem eu iria me casar. Os dias passaram, comecei a trabalhar e o relacionamento estava indo de mal. Já cheguei a apanhar em casa, desenvolvi crises que nunca pensei em ter, e ele feliz com a vida dele. Sempre me sacrifico muito pelas pessoas, sempre quero que elas tenham o melhor porém nessa época comecei a me trinar egoísta pelo o egoísmo dele. Eu não sabia a senha do celular dele e ele fazia questão de saber a do meu. Eu sabia que não estava nada bem. Um dia o celular dele quebrou, levei a assistência e consertei para ele. Quando peguei o celular no papel do laudo do celular tinha a senha do celular. E aí a história começa. Entrei no celular, e só de lembrar já tá me dando gatilho. Eu vi todas as conversar dele com inúmeros homens perguntando por que ele não foi ao encontro, dele marcando encontros com caras na praia cuja qual ela acabara de chegar de viagem com a família ( não fui pq estava trabalhando). Nudes do primo dele. Enfim. Fiquei triste entrei em mais uma crise de Pânico tive que ir pra casa com o meu gerente. Pegamos minhas coisas e levamos para casa. A vida seguiu, ele voltou atrás de mim e acabei cedendo mais uma vez. Eu gosto dele. Não queria perder isso tudo. Reatamos. Todos os dias que eu pegava o metro para ir para casa eu esbarrava com um menino bonitinho que vamos chamalô de ítalo. Ele me encarava o metrô inteiro e eu sem graça olhava de voltava, os dois ficavam sem graça e começavam a rir. Até o dia que ele sentou em um banco eu fui caminhando até a direção dele, ele ficou paralisado me olhando, quando cheguei na frente dele sentei no banco de trás. Ele ficou sem entender nada. Ele ficava se torcendo todo pra olha pra mim. Daí eu dei um chutezinho no pé dele, ele riu e perguntou se minha estação era longe, e era uma das últimas, e eu falei que era casada. Ali acabou com ele, ele me pediu desculpas e ele já iria descer. Disse que estava tudo bem e assim acabou. A gente começou a desenvolver uma amizade de ônibus, e tal estava indo tudo bem até eu começar a me sentir muito atraído por ele, e ele por mim também. Descobri que o Matheus conversava com ele, e queria ficar com ele. Fiquei arrasado mas guardei. Dias depois terminei com o Matheus e disse que não iria para casa, ia pra casa de uma antiga amiga que ele fez eu brigar. Quando cheguei na estação já era tarde não esperava encontar o Italo lá e encontrei. Conversei com ele e ele me chamou para ir dormir na casa dele. Fiquei "como assim mano não pq eu faria isso cara. É errado". Italo também era casado e o marido dele não estaria em casa no dia o que era uma coisa muito rara. Depois de muito insistir ele acabou me convencendo e eu fui. Aconteceu o que tinha que acontecer lá... Sabe né... Mas meu coração doía por causa do Matheus. Quando falei que eu não ia para casa ele surtou. Rasgou minhas roupas. Esfaqueou as próprias pernas. eu chorei mas não voltei. No fim reparei com Matheus e Italo seguiu com o marido dele. Mas eu nunca soube se o Matheus realmente me traiu. Nunca. Hoje estamos juntos somos felizes ele parece ter acalmado quanto aos caras mas mesmo assim ainda sou muito inseguro por tudo que já passei. Não consigo me perdoar por ter feito isso, porque meu pai traia minha mãe e eu via o sofrimento dela. E acho que não me perdoo pq eu gostei do que fiz. Enfim obg por deixar eu desabafar
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2020.01.20 17:31 Gab8786 A PIOR SOGRA DO MUNDO. Me livrei, mas doeu.

Considerações:
Primeiro: eu juro que isso não é fanfic. Eu vivi isso, acredite ou não.
Segundo: primeiro post que envio para o turma-feira, ah que emoção. Recentemente seus turma-feira's têm sido meu melhor passatempo, gratidão imensa por fazer meus dias melhores.
Terceiro: Minha vida amorosa é uma tragédia (não a nível de Shakespeare, mas é quase), te contarei apenas um dos casos. Se você gostar, quem sabe eu te conte mais outros...
Provavelmente você terá que fazer um vídeo inteiro sobre isso. Vamos lá.
(Os números e nomes aqui estão trocados. Não mostre isso no vídeo, ok editor?)
Aconteceu em 2014.
Conheci Micaela, a namorada com quem eu casaria se existissem condições. A gente combinava em tudo. Em todas as conversas tínhamos uma harmonia ímpar, gostávamos de estar juntos em todos os momentos, não tínhamos divergência de pensamentos políticos ideológicos (eu nem ligava pra isso na época), ela gostava de muitas coisas que eu gostava, se esforçava pra gostar de outras e eu fazia assim com ela também. Era muito bom estar junto dela.
Eu andava 3 km a pé pra ver ela e valia muito a pena(não existia Uber na minha cidade ainda, mas mesmo que existisse eu iria a pé pq eu n tinha grana, e ela gostava de mim mesmo assim, o que prova a veracidade dos sentimentos dela).
Ela frequentava minha casa algumas vezes, meus pais amaram ela, fez amizade com meus irmãos mais novos, ela jogava videogame comigo. Era um sonho.
Só havia um problema. Dona Gertrudes, a mãe dela. Ah, Dona GERTRUDES... Como posso te explicar, Luba... Imagina uma mulher religiosa ferrenha com uma moral do século 18. Eu não sabia disso até então. Pelo visto nem Micaela sabia que a mãe poderia chegar a um nível tão ABSURDO no final da história. Micaela apenas dizia que não podíamos subir pro quarto dela porque a casa estava bagunçada devido a uma reforma, e a mãe queria me conhecer primeiro (com o tempo), ou que ao menos eu assumisse namoro antes que eu pudesse frequentar lá em cima. Tudo bem? Tudo bem. Não sou acostumado com cerimônias, mas tudo bem.
Isso fazia com que tivéssemos que transar dentro do banheiro do prédio dela(Sim, nos primeiros dias já estávamos apaixonados a esse nível). Tinha uma câmera em frente à porta, mas a gente ligava o foda-se e entrava mesmo assim.
Aí você se pergunta: porque não na minha casa, no meu quarto? Bom, eu dividia meu quarto com meus irmãos. Nosso AP. Era pequeno, apenas 2 quartos. Seria constrangedor, muito embora, algumas vezes considerarmos essa possibilidade mantendo meus irmãos fora, mas era difícil.
Alem disso, dona GERTRUDES não deixava Micaela vir pra casa de um amigo sem mais nem menos. Ela não deixava eu entrar na casa dela, porque ela deixaria a filha entrar na casa dos outros?(Lógica dela). Então as vezes, quase nunca, ela ia escondido pra minha casa. Portanto, o banheiro, quase sempre, era nossa única opção (lembrando, eu não tinha grana pra Uber, imagina pra motel).
Chegou o momento que a gente se cansou disso (3 semanas depois) e resolvemos assumir logo esse namoro. Dona GERTRUDES quis marcar um jantar para perguntar quais as minhas intenções com a filha dela. SIM, não era o pai que queria perguntar isso, afinal ela era....... MÃE SOLTEIRA. SIIIIIIIIM, LUBA, MÃE SOLTEIRAAAAAAAAAA. Pegou raiva né? Saiba que não é nada perto do que vc vai sentir.
Então o dia do jantar chegou. A mãe veio com a famigerada pergunta e eu armei um discurso todo fofinho... "Eu quero amar e respeitar sua filha, quero conhecê-la a fundo, saber dos seus desejos e sonhos de vida, quero aprender com ela e ensinar tbm" pra que que eu disse "quero aprender com ela"? Ela já deu sua primeira patada: "Espera um pouco... Aprender com ela? Minha filha não é professora de ninguém não!"
Eu comecei a dar risada achando que era zueira, mas eu via cada vez mais que não. Que ela estava falando sério mesmo.
"Que absurdo, num relacionamento ninguém ensina nada a ninguém não, tem que estar todo mundo maduro o suficiente sabendo das coisas da vida, e o homem é quem toma a frente e quem sabe mais das coisas, porque é o chefe da família! Se você assume essa postura você é um bunda mole, e eu não quero minha filha casada com um bunda mole. CASADA, sim porque você sabe que um namoro é um preparativo para um casamento. ALIÁS, sexo, nananinanão. Só depois do casamento. Entendeu, senhor Matheus? Aliás... Quantos anos você tem mesmo?"
"19..."
"Pois é. Você que é mais jovem não deveria casar com uma pessoa 6 anos mais velha que você. (Sim, ela tinha 25 anos) Ela tem que se casar com um cara mais velho, com condições de formar uma família. Você trabalha? Você tem uma casa própria? Não. Então eu não acho que você deveria namorar minha filha, mas eu não vou estragar isso no dia da inauguração desse namoro né? Eu abençoo vocês mas com a condição de que você deve assumir essa responsabilidade."
E eu: "Tudo bem."
Sim, Luba eu deveria ter terminado alí, mas eu gostava tanto de Micaela, e eu achava aquilo ridículo demais para ser verdade, além disso eu não sou um cara de se jogar fora, eu não ia deixar que ela me considerasse um cara qualquer, eu fazia faculdade de Medicina na Federal, tinha educação de moral elevada de berço, iria provar meu valor, mas foi muita falta de amor próprio da minha parte. "Deve ser só pressão" eu pensava... Aham... Vai achando!
Os meses foram passando, e eu ainda não podia entrar no convívio da casa de Micaela, e ela ficava cada vez mais ausente, e me dizia por whatsapp que a mãe estava vigiando ela, não deixou mais ela sair de casa por um tempo, até que, quando chegou no sétimo mês, ela me revelou que Dona GERTRUDES não quer mais que ela se encontrasse comigo. E eu "WTF???"
Eu comecei a xingar a mãe dela dizendo ainda "como ela pode controlar tanto assim a filha de VINTE E CINCO ANOS? Micaela, você tem que tomar a independência para sua vida! Não deixe sua mãe te controlar assim! É muita imbecilidade da parte dela."
"Matheus eu ainda não me formei, não tenho condições de construir uma vida sozinha, e apesar de tudo ela é minha mãe, e eu não quero viver brigada com ela!"
"E eu, tudo bem... Como que a gente faz então? Se encontra escondido?"
"Parece ser a única opção né."
Assim fizemos por algumas vezes até o dia que eu fui para o prédio dela escondido. Ela estava fazendo um projeto da faculdade sozinha. Dona GERTRRRRRUUUDES viu pela câmera do prédio e desceu.......................
Eu nunca fui tão humilhado na minha vida.
"O QUE VOCE ESTA FAZENDO AQUI? Eu já não falei pra você não ver mais a minha filha? Você é um imprestável, você não é suficiente para minha filha, você é um qualquer e minha filha merece muito mais. Você é jovem e vai viver muita coisa ainda, vai conhecer muita gente e se relacionar. E se um dia trair minha filha? O que eu faço? Não importa a idade dela ela sempre será minha filha e se você for a causa do sofrimento dela eu n sei o que eu faço com você. Eu sei porque eu vivi isso. Ok? Além disso, você acha que eu não vi vocês dois pela câmera quando entravam no banheiro? Eu vi você falando mal de mim pelo whatsapp da minha filha, alem das fotos dela pelada! Eu fiquei tão chocada com isso que eu não permito mais vocês dois juntos, vagabundo. Saia daqui, vai para sua casa, eu já falei com o condomínio para não permitir mais sua entrada aqui. Não fale mais com minha filha. Está avisado.".
Enquanto isso Micaela morria de chorar pedindo para a mãe não fazer isso e ela estava irredutível. Não me permitiu falar nada. As duas subiram. E eu andei 3km de volta pra minha casa com o coração destruído. Achando que tudo tinha terminado.
Cinco dias depois me liga Micaela dizendo que disse a mãe que ia na casa da amiga Jéssica que morava perto de mim algumas quadras, mas estava vindo para minha casa para conversar comigo, dizendo que não iria desistir de mim.
Conversamos, e daqui a pouco DONA GERTRUDES liga para Micaela dizendo que estava na rua de Jéssica para buscar ela, porque ela havia esquecido de resolver algumas contas da casa no banco e ela queria a ajuda da filha. Depois ela deixava de novo lá na casa da amiga.
Micaela entrou em desespero. Saiu correndo daqui. Chegando no portão da minha casa estava lá a Dona GERTRUDEEEEEEEEES. Ela tinha ativado GPS no celular da filha e sabia de tudo.
Do carro ela falou aos berros e buzinas que chamaria a polícia e me acusar de sequestro se a filha não saísse e entrasse no carro. Eu tive que chamar meu pai que estava trabalhando porque eu não estava aguentando essa situação. Ele chegou e viu a situação insustentável. Falou com Micaela e levou até o portão. Meu pai não falou nada. Chegando em casa ele falou comigo o quão sortudo eu era por eu ter me livrado da convivência com esse ser desprezível como sogra.
Nunca mais vi Micaela.
Fiquei numa depressão profunda durante meses. Pensando no que me aconteceu.
Meu amor foi arrancado de mim sem dó nem piedade. Como se eu a agarrasse e tivessem cortado meus braços para que eu a soltasse.
Depois disso tive alguns namoros que também não passaram dos 7 meses. Hoje estou solteiro. Sem ninguém para eu dizer "te amo". Ao menos não de uma maneira tão sincera quanto eu dizia a Micaela.
Fim.
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2020.01.11 15:10 beantownclown ENCONTRE MULHERES CASADAS PORÉM CARENTES

Como uma mulher casada há mais de 7 anos e que “pulou a cerca” várias vezes, fui convidada a escrever este artigo e fornecer algumas idéias para vocês, curiosos sobre o que faz com que uma mulher casada traia e como vocês podem seduzi-las.
As mulheres casadas traem por muitas das mesmas razões que os homens casados traem; Elas são felizes em certas partes do casamento e muito infelizes em outras.
Maiores Razões Mulheres Casadas Traem: 1. Seu marido não a faz mais se sentir sexy / desejável. Depois do meu terceiro ano de casamento, encontrei meu marido e eu “familiarizados de mais” um com o outro. Eu percebia que ele não olhava para mim da mesma forma que ele costumava, com luxúria e desejo, apesar de estar muito mais em forma agora que quando nos casamos.E me vi procurando homens que me olhassem como meu marido quando nos conhecemos.
  1. Quer explorar desejos sexuais (kinks) aos quais ela era imatura demais ou desconhecia em sua juventude. Casei aos 25 anos e, para ser sincera, eu era relativamente inexperiente sexualmente. Eu tive alguns relacionamentos de longo prazo antes do meu marido, mas éramos jovens e o sexy era baunilha, e eu era jovem demais para realmente saber que tipo de “kinks” eu gostava naquela idade. Agora estou casada há 6 anos e o pensamento de fazer meu marido explorar essas fantasias sexuais parece impossível.
  2. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Depois do meu primeiro filho, notei uma queda imediata no sexo e na intimidade, mas isso é de se esperar. No entanto, faz três anos desde então e a intimidade nunca se recuperou. Ele vê eu como uma cuidadora e uma mãe em vez de um ser sexual agora, e é sua perda. Até perdi o peso da gravidez o mais rápido possível e voltei imediatamente à academia, na esperança de que ele aumentasse a vida sexual novamente.
  3. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Nas raras ocasiões em que meu marido inicia a intimidade, geralemnte é apressado e unilateral, e geralmente sem preliminares; tenho certeza que é bom para ele, mas não me satisfaz. Isso me faz sentir como uma “ferramenta” para ele ter orgasmo e tenho certeza que ele percebe que não estou entusiasmada.
  4. Sem paixão, sem excitação, sem emoção. Quando a gente fica íntimo, é sempre em casa, na cama e provavelmente planejado. Quero experimentar lugares novos e emocionantes, ao ar livre, etc. Quero um homem que rasgue minhas roupas no segundo em que chegarmos ao quarto do hotel.
Como atraí-las: 1. Lembre-se de que as mulheres casadas que procuram casos online começam aos poucos e ficam nervosas, excitadas e inseguras. Portanto, comece devagar e deixe-as saber que você pode se relacionar.
  1. Faça-a sentir-se desejável, porque o marido não faz. Comece com um elogio sobre uma de suas fotos ou seu perfil.
  2. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  3. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  4. Planeje algo emocionante com ela para que ela se comprometa com a reunião. Não precisa ser grande, mas talvez uma nova cafeteria popular ou uma livraria. O fato de você se reunir em segredo é suficiente para tornar a reunião tentadora.
Sites de namoro de casados ​​como Ashley Madison oferecem aos usuários um lugar seguro e discreto para interagir com pessoas com a mesma ideia em um ambiente livre de julgamento. Sites como Ashley Madison tiraram a maior parte do risco e suposições do flerte de casados e provaram ser uma alternativa mais segura aos antigos casos no trabalho.
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2019.08.07 15:50 lanaSouza “Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

Artigo publicado há 5 ANOS no JusBrasil , pela própria autora deste Blog, mas com antigo perfil do Jus (sucesso por lá, editado aqui pelas alterações da Maria da Penha em 2019)
Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha(11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal.Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional, etc.
*Este texto está disponível também AQUI
Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem.
A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica. Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é considerada pela Lei 11.340/2006 como sendo Violência Psicológica, e vem prescrita nos artigos 5º “caput” e 7º, inciso II da referida Lei.
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150 de 2015);
Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
(…)
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
Hoje (2019), entretanto, a antiga Lei já conta com as mudanças acrescentadas pela Lei 13.827/2019, com as seguintes alterações:
Art. 2º O Capítulo III do Título III da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido do seguinte art. 12-C:
“Art. 12-C. Verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida:I - pela autoridade judicial;II - pelo delegado de polícia, quando o Município não for sede de comarca; ouIII - pelo policial, quando o Município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
§ 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput deste artigo, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.
§ 2º Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.”
Art. 3º A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 38-A:
“Art. 38-A. O juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência.
Parágrafo único. As medidas protetivas de urgência serão registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas.”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2019; 198o da Independência e 131o da República. JAIR MESSIAS BOLSONARODamares Regina Alves
A violência em questão é quase tão grave quanto a física, podendo ser inclusive pior, vai depender do “estado emocional” de cada mulher e da constância da agressão!A pessoa da história acima passou a sofrer depressão com o decorrer do tempo. Frequentava o psiquiatra e tomava remédios controlados; não conseguia mais trabalhar e fazer as atividades da casa como antes pois vivia mais acamada do que disposta.
Engordou, deixou de fazer coisas que antes gostava, coisas normais e consideradas necessárias para uma mulher como: pintar as unhas, depilar-se, fazer exercícios, ir ao cinema, falar e encontrar com amigas e parentes; isolou-se em seu mundo – passou a ser tão“agressiva” com os demais que acredita ter se igualado ao agressor (marido); a vida dentro de casa transformou-se em “elogios” mútuos.
De pessoa “doce”, carinhosa, gentil e amável, em especial com os romances que já havia tido anteriormente, passou a ser amarga e tratar esse companheiro da mesma forma que ele a tratava pois, segundo ela, “é dando que se recebe”; “quem oferece flores receberá flores, mas quem só dá espinhos é isso que conseguirá” (palavras dela). No entanto, quanto mais agressiva (com palavras) se tornava, mas culpada e infeliz, vivia!O que fiz por essa senhora?
A Lei ainda era considerada “experimental”, estava em vigor há pouco mais de um ano, todavia era novidade, inclusive em se tratando de violência psicológica – no que tive de estudar o assunto para dar uma melhor resposta. Acredito que ela somente aguardou a resposta porque eu era indicação de uma amiga sua.
Diz ela que contar o caso que se passava em sua vida já era difícil e vergonhoso por demais para me contar, sair relatando a dois ou três Advogados era impossível.Assim fui “estudar” a lei mais a fundo para saber se o caso dela haveria solução.Percebi que, pelo fato de NÃO estar disposta à separação, nem tinha vontade de vê-lo preso, pois era ele quem mantinha a casa com o “bom salário” que recebia; (estava desempregada) e, na época sem condições psicológicas para tal; não haveria muito o que fazer a não ser indicar acompanhamento psicológico para ele também – até porque, como já dito, a lei era muito nova e não havia precedentes ou algo que se pudesse valer como “exemplo” para resolver a situação.Acredito que minha explicação não lhe tenha caído muito bem, pois ela insistia que àquilo era crime, já que havia lido a lei antes de ir me consultar. Um tipo difícil de cliente, pois acha que sabe tudo; não aceita conclusões e explicações que não seja do agrado. Mas qual seria a resposta que ela gostaria de ouvir se não queria se separar do marido nem vê-lo preso?- Já não sei, nunca entendi!Só sei que se a vida dela não estava fácil, a minha também não ficou nada agradável depois dessa consulta. Essa senhora estava muito impaciente, amarga e intolerante. Chorava com facilidade e perdia a paciência por qualquer coisa.
Realmente estava doente devido ao relacionamento perturbado que tinha com o marido, segundo ela, já tinha até pensamentos suicidas. Confesso que fiquei atormentada por não “conseguir” fazer nada.O esposo dessa cliente transformou a vida dela num inferno ao se aproveitar de sua fragilidade e dependência econômica!Chamá-la de preguiçosa, burra, gorda e inútil era comum, isso fez com que a auto estima dela se perdesse por completo. Era por isso que não desejava a separação, acreditava que não encontraria mais ninguém e muito menos um emprego para seguir vivendo – ele fazia questão de dizer, também, que ninguém a iria querer.
A atitude dele parecia a de um sádico; só se sentia feliz quando a fazia chorar – muitas vezes chegou a pensar que ele poderia ser um psicopata, já que não sentia nada por ela, nem por ninguém; totalmente desalmado e descompassivo – o pior de tudo é que ele deixava claro que gostava de ser assim!O relato que acabo de transcrever é bastante comum. Acredito que hoje a facilidade em lidar com tais situações é bem maior que há 13 (doze) anos, quando essa senhora me procurou.
Hoje existem delegacias especializadas em defesa da mulher em qualquer cidade, há ajuda psicológica oferecida pelo próprio Estado e apoio incondicional à mulher vítima de qualquer violência que venha descrita no artigo 7º da Lei Maria da Penha, e as alterações inseridas pela nova Lei (a de 2019 - citada acima).Um dos motivos que me fez recordar dessa infeliz Senhora foi a leitura de um artigo publicado na revista Marie Clarie de outubro de 2014, que entrevistou a Psicóloga Adelma Pimentel sobre o lançamento do livro em que é autora, denominado“Violência Psicológica nas relações conjugais” (da Summus Editorial).A obra fala do efeito devastador que uma violência desse gênero poderá acarretar nas relações conjugais.Preferi, no entanto, nomear este artigo como “Bullying” nas relações conjugais, pois a violência psicológica é partida, quase sempre, de um membro que se acha superior direcionada a outro que se encontra, segundo quem pratica, em relação de inferioridade.

Veja o que diz o artigo da Marie Claire:

Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias.
Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento.
Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.
Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora. Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.
Fonte: gruposummus. Com por Marie Claire
Autoria /Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B
Foto/Créditos: pixabay grátis *Às vezes, como no caso apresentado, a única solução viável é o Divórcio; aproveito para indicar um sistema online, EFICAZ e mais barato do Brasil para se divorciar (funciona para ambos os sexos e quaisquer outra forma de relacionamento conjugal homossexual).
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2019.07.22 03:53 loveforwho O problema dos relacionamentos

Estou solteira há quase um ano. Entre alguns relacionamentos que não duraram muito, tenho refletido muito sobre os problemas dos relacionamentos modernos.
Eu sinto que atingi o pico da socialização na faculdade (que eu terminei há anos atrás) e tem sido difícil conhecer gente nova. Os rapazes de balada não querem relacionamento sério. Nunca dei muita sorte nos aplicativos. A empresa onde trabalho tem uma política de "proibir" relacionamentos entre funcionários, e de qualquer forma a maioria das pessoas de meu convívio lá são compromissadas. Ser apresentada por amigos? Poderia funcionar, mas a maioria das minhas amigas são casadas cheias de amigos de casal e meus amigos são todos gays com amigos também gays. Ou seja... Me resta esperar conhecer alguém de forma totalmente inesperada e aleatória como em uma comédia romântica.
Outro problema é que a maioria de nós somos pessoas normais, nem muito feias, nem muito bonitas, nem muito pobres, nem muito ricas, muitos de nós somos pessoas tristes, pelo menos em alguns momentos. Mas nós só queremos as pessoas que são muito bonitas, extraordinárias e que aparentam ter uma vida "perfeita". As pessoas tem dificuldades para adequar as expectativas que elas tem de um namoro para o que realmente é.
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2019.01.04 07:18 Kilu4 Após a escuridão sempre vem o amanhecer

(EDIT PARA O TLDR) : Meu namoro de cerca de 1 ano e meio , acabou e só agora eu consegui perceber o quanto me fez mal estar nisso e quanta merda passei por ter me envolvido com alguém enquanto eu tinha 0 autoestima. Porém agora que notei tudo isso estou pronto pra fazer desse novo ano muito melhor e começarei isso me conhecendo
Acho que nunca estive mais esperançoso.
Meu 2018 foi maravilhoso, ganhei um aumento, consegui uma bolsa integral, fiz meu primeiro concurso público, até mesmo um cursinho de primeiros socorros eu me aventurei. Mas um único fato foi capaz de tirar toda minha vontade e alegria nesse final de ano, o fim do meu "namoro".
Esse foi o meu 1º namoro. Eu perdi o meu BV com ela, minha virgindade e ainda assim eu saio desse namoro com uma sensação de que eu não fui o bastante.
Quando olho pra trás, vejo coisas que me envergonham e ao mesmo me deixaram uma cicatriz tão grande que me fez me questionar o quão pouco eu signifiquei na vida dela ao mesmo tempo que me sinto um tanto inútil dado ao quanto ela significou pra mim.
Alguns desses casos que me marcaram foram os seguintes:
1º- Ela tinha um Ex namoro virtual, porém quando a gente tinha menos de 1 mês de namoro, o rapaz chamado Lucas (eu sei que nunca vou esquecer essa história, já que tem Lucas a cada 2 metros) voltou a conversar com ela. Ela se declarou para o garoto sobre o que sentia, e ele disse que não poderia corresponder a mesma coisa. Eu fiquei arrasado com isso, mas procurei perdoar já que ela foi honesta comigo. Porém o problema com esse cara se repetiu mais 3 vezes. Ela terminou e me bloqueou após ver uma foto dele no instagram, voltou a conversar escondida com ele ( tinhamos combinado de manter ele bloqueado após a vez do instagram ) e na 4ª vez nós terminamos quando ela mandou escolher " Aceitar e ficar de boa ou terminar ", acabei perdoando e hoje sequer sei o motivo de ter me rebaixado nesse estado, mas isso eu sei que é algo que vai ficar marcado para sempre e destruiu a confiança plena que eu sempre deixei claro que quis ter e me fez perdoar na 1ª vez.
2º- Eu estava disposto a pagar um curso preparatório para o ENEM, já que queria cursar História ao mesmo tempo que iria me manter perto dela. Pois bem, era legal quando não tinha ninguém olhando. Sério, a gente chegava a se tocar na VAN escondidos, mas quando alguém nos olhava ela simplesmente fingia que eu não era nada. Eu passei a acreditar que ela tinha vergonha de mim, já fazia cerca de 7 meses escondidos e ela não havia criado coragem pra falar com os pais ( nunca quis passar por cima da vontade dela nisso ) e no curso que só haviam pessoas estranhas ela fingia que mal me conhecia. Chegou a falar na minha cara para uma pessoa que só eramos conhecidos quando uma pessoa perguntou e eu fiquei me sentindo péssimo. Cheguei a conversar com ela sobre isso, mas não resolveu de nada e pouco tempo depois fui obrigado a sair do curso por conta de uns problemas em casa.
3º- Ela vivia falando que se eu fosse como um colega meu, que pegou bolsa no Mackenzie e arrumou um estagio ganhando 2.5k ela conseguiria me assumir pros pais, já que eles queriam alguém que tivesse fazendo faculdade. Até ai, eu ainda me forçava pra compreender. Porém depois de um tempo de sair do curso, eu consegui entrar na faculdade com bolsa integral no 2º semestre. Claro que não é nível Mackenzie e nunca será, mas ela passou um bom tempo me chamando de fracassado/acomodado por estar cursando administração em vez de ter estudado pra história. ( não tem história presencial aqui na cidade, e eu não tenho familia espalhada brasil a fora ou familia que vai dar 3k por mês pra ela sobreviver ), e meu serviço não ganha bem, longe disso. Mas não é algo que a familia dela teria preconceito como empacotador de supermercado. ( Sou monitor de cursos interativos, aqueles estilo Microway ou microlins da vida)
Salvo outras coisas aleatórias, como dizer que eu estraguei a vida da minha mãe por ter nascido, ou sempre terminar por motivos aleatórios, me bloquear e voltar dias depois fingindo que nada aconteceu, ou o que mais me irritava desde sempre, cobrar que eu perdoasse ela 100% das merdas que fazia, quando voltava sempre a fazer a mesma coisa.
Nesse nosso término, por exemplo, ela acusa que eu nunca " motivei " ela. Mano, eu via a menina praticamente a cada 2 meses com ela morando na minha cidade porque ela queria estudar pra medicina. Eu trabalhava algumas horas a mais pra juntar tempo o suficiente pra uma folga. Eu me preocupei com ela indo morar pra Foz do Iguaçu pra fazer medicina no Paraguai e cheguei a pedir um acordo pro meu chefe, pra poder mudar pra lá e ter a sensação de morar sozinho e já ia me ajudar na ansiedade de preocupação com ela com a única condição de falar com os pais dela.( sim, novembro de 2018 ainda não tinha dito ) Ela não quis falar, preferiu falar que não queria viver vida de casada ( ??? ) e que eu iria só atrapalhar a juventude dela. E inclusive usou essa minha preocupação pra falar que eu só queria ir por achar a menina uma retardada ou coisa assim. Detalhe: Não faziam 2 meses que ela passava por psiquiatra com remédio controlados, inclusive ela diz que surtou numa festa de final de ano aqui da empresa do pai dela na volta pra casa deles.
E sinceramente, eu olho pra tudo e isso e somente penso o quão errado isso tudo deu. Eu percebi o quanto eu aguentei e o quão mal eu me senti nessa relação simplesmente por insegurança e carência. Eu descobri que não sei o que gosto além de e-sports, futebol, animes, filmes e jogos em geral.
Eu só sei que quero mudar. Quero tentar me tornar uma pessoa melhor em geral, descobrir novos hobbys, perder a timidez e quem sabe até mesmo aprender a flertar. Tirei um tempo pra aprender a usar aqueles temas do /androidthemes (e consegui!), irei começar a aprender a configurar a camera manual do celular e depois a editar com o LightRoom. Com o dinheiro que guardei pra comprar nossa aliança de namoro fiz minha tatuagem de Fullmetal Alchemist, planejo fazer um cronograma pra estudar no mínimo 1h por dia assim que voltar meu serviço e eu descobrir se vai ter mudanças nos horários e principalmente vou valorizar ainda mais minha mãe e meus avós, pois eles sim são as pessoas que sempre estarão comigo e se orgulham de todas as minhas conquistas, mesmo que seja um emprego que ganha um salário mínimo ou uma bolsa de faculdade mesmo que não seja o que você sonhou.
Finalmente descobri que esse sofrimento todo foi por ter colocado ela acima de tudo e principalmente por não ter tido autoestima suficiente de olhar pra si mesmo naquele tempo todo e dizer " Você vale mais que isso " por que eu realmente valho mais!
Eu comecei do zero no meu emprego como um estagiário fudido cujo o próprio chefe me fala hoje em dia que tem um puta orgulho do que eu me tornei, pq ele achava que eu iria desistir em 1 mês e quando pedi demissão me ofereceram um aumento, e eu me senti importante e útil, além desse valor ter me ajudado absurdos em casa. Além disso eu fui MUITO bem no 1º semestre de ADM e até que gostei das primeiras matérias, o que me animou um monte por ser um curso " por fazer "
Eu posso ter passado meu final de ano um tanto depressivo enquanto assistia o glorioso Silvio Santos. Mas esse ano não. 2019 será o ano em que finalmente eu terei orgulho de mim mesmo.
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2018.10.08 15:08 jogarfora2 Um pouco perdida

Nem li nem lerei: não suporto mas morar com meus pais, mas não tenho o que fazer, a não ser aguardar e olhe lá.
Cresci no meio de um casamento ruim e tóxico dos meus pais, tenho 24 e ainda moro com eles. Escutei e passei poelr situaçoes que não deveria desde que me lembro por gente.
Quando tinha uns 5 anos tive que ir ver uma menina que era um pouco mais velha que eu, minha mãe ficava falando que era filha por fora do meu pai e que estavam interagindo pq estava sendo feito teste de DNA, acabou que não era filha. As vezes minha mãe me levava na rua da casa da amante do meu pai e ficava apontando pra casa mostrando qual era e me falando, até hoje lembro o nome da mulher que era Rosane. Dentre outras situações ruins.
Eles só viviam brigando, a ponto de se agredirem, nunca se deram bem e até hoje não se dão, eles tem uma casa de praia há 12 anos e até hoje só foram passar um fds juntos uma única vez, que foi esse ano pra poder arrumar a casa. Eles não se aturam, não fazem nada juntos tem muitos anos, só vivem reclamando de como as pessoas são ruins. Ficaram juntos pra manter a aparência social, "o que as pessoas vão pensar de mim se for separada?" Dizia minha mãe. Quando eles ficam juntos em frente de casa conversando com os outros, ficam de braços dados, tenho uma raiva disso, as pessoas nem imaginam que eles vão chegar em casa e começar a se ofender.
Eles sempre foram controladores também, até hoje não consigo comprar uma calcinha sem que minha mãe queira dar um palpite, se eu vou ao varal de roupa pegar minha toalha pra tomar um banho tenho que ouvir "vai tomar banho?", Se vou a cozinha escuto um "tá fazendo o que? Vai comer?" Isso quando minha mãe não aparece do lado pra ver se eu tô pegando a comida direito, toda vez que chego em casa escuto também um "jogarfora, já chegou?" Se desço as escadas também é um vai fazer o que, se medo nas minhas coisas é um tá fazendo o que?
Além do fato da minha mãe mexer nas minhas coisas quando saio de casa(ela faz isso com minha irmã, ela disse que quando saio mexe nas minhas coisas tbm), detesto isso, tive que ouvir um "s então esconde nada, vou mexer mesmo" Ela nunca teve tempo pra nada, viveu para o trabalho, sempre ouvi um "não tenho tempo ou estou cansada", ela aposentou um horário e as respostas são as duas mesmas de sempre. Meu pai é outro, extremamente porco, chega em casa da rua com as mãos sujas e vai colocando as mãos na panela, levanta a tampa do vaso e consegue fazer xixi na privada, na tampa e ainda no chão, não limpa nem desce a tampa. Tem uma lição de moral pra tudo, pra tudo mesmo, recebi lição de moral em como abrir um portão. Essas e outras manias que já não suporto mais.
Único assunto que sempre souberam conversar comigo?? Só sobre estudos. Hoje eles se perguntam porque não converso direito com eles, parece que o casamento tóxico e ruim que cresci no meio não existe nem nunca existiu. Cheguei um ponto que a maioria das coisas respondo um "AHAM"
Arrumei um namorado que era pobre e que não tinha nem onde cair morto, pedi pra ele fazer um curso e ele fez, pedi pra trabalhar na empresa tal e fez também, ajudei a comprar uma moto pra se locomover bem, felizmente cresceu na vida, isso de 7 anos de namoro tem um ano e meio que conseguiu subir na vida. Antes as pessoas me falavam que eu deveria largar pq ele não queria saber de nada, mas insisto nele e deu certo, fora a cara de bunda da minha mãe pq ele era pobre, que tive que aturar.
Eu vou me formar esse ano e vai demorar pelo menos, no mínimo, mais um ano pra eu conseguir começar a ganhar dinheiro, enquanto isso vou ter que continuar morando com meu pais pq preciso de ajuda financeira.
Contei minha história pro meu namorado e confesso que as vezes jogo indireta pra ele me tirar de casa, mas o que escuto é "não posso fazer nada" Confesso também que pensava que ele me salvaria dessa se eu ajudasse, mas uma parte do emprego que ele conseguiu não deu certo, só vai dar daqui uns 5 anos ainda. Fora que não sou o tipo de mulher que o homem sustentaria né. Se bobear daqui um tempo ele me troca porque escolhi um curso saturado e sabe se lá se vou conseguir trabalhar de profissional liberal e ganhar algum dinheiro. Ele sempre fica impressionado quando no trabalho dele engenheiro tal é casado com engenharia tal, juíza tal é casada com funcionário público de tal órgão, da a entender que ele quer a mesma coisa pra ele. Vou ficar chateada se me trocar, mas vou fazer o que, nada, esse é o ideal de relacionamento que ele quer, não posso culpa lo.
Não sei do que vim atrás e acho que ficou tudo bem embaralhado, desculpa. Palpites são bem vindos
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2018.09.28 02:14 JequitiSubliminar Relacionamentos são díficeis demais

Tô afim de desabafar algo que tá me incomodando há quase um ano. Eu não quero conversar com nenhum amigo meu, pois é algo que eu tenho vergonha de admitir. Melhor falar para centenas de anônimos na internet, o que teoricamente é um ótimo plano. Mas vamos ao que interessa. Eu conheço minha esposa há +- 10 anos. 5 de casados. Aí vêm aquela reclamação que todo casado/casada passa: falta de sexo.
Sabe como é né. Namoro. Aquele entra e sai frenético. A vontade que nunca passa. As conversas safadas ao telefone. Noivado. A atividade de entrar e sair diminui. Conversas safadas são raras, mas acontecem. A primeira conversa sobre falta de entradas e saídas ocorre. Casamento. Nada entra em lugar algum. Do nosso casamento até a primeira noite de sexo se passou 2 anos. Aí mais 2 anos sem nada. E todas as vezes é aquela parada sem vontade, sem criatividade, como se fosse o segundo tempo de um jogo ruim da série C do brasileirão. Chega um momento que você mesmo não quer mais nada com nada. E a magia acontece, pois você também vira um pessoa sem libido nenhuma, pois a rejeição e longas conversas acabam levando a isso caminho. E eu respeito a decisão de não querer sexo, não tenho vontade de forçar a nada. Nunca tive o perfil de estuprador.
Daí a magia da internet acontece, aquela pornografia artística vira rotina. Até o momento que você enche o saco disso. Mas daí, nesse ponto, você já percebe mais outras pessoas. E o ego infla, pois por algo que você não consegue explicar, parece que você chama mais atenção agora do que quando era mais novo. Aí você sempre vê aquela Pessoa. Não sabe o nome, mas o flerte acontece. E o flerte dura meses. Sem nenhuma palavra. Só olhares e um sorriso ou outro. Aí rola um doxxing do amor, descobre o nome da Pessoa, perfil em redes sociais e tudo mais. É só chegar e conversar.
Mas isso não pode acontecer. É errado. Às vezes penso se não deveria terminar meu casamento de uma vez. E nem por querer ficar com a Pessoa, mas por achar que se parei pra desabafar no reddit, é porque algo está muito errado com minha relação. Não é especificamente apenas sexo, há outras coisas que não quero escrever aqui que influenciam nesse meu sentimento de derrota matrimonial. Há noites que acho que meu papel principal é ser motorista ou resolvedor de problemas. E eu não acho que mereco sexo por acumular Pontos de Bom Garoto, chatices fazem parte do casamento. Mas poderia ter um pouco mais de ação.
Era isso. Podem me julgar agora e me chamar de egoísta.
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2017.11.13 21:35 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 2

Não esperava que a Parte 2 ia rolar tão cedo, mas tem atualizações aí. Para quem quiser, dessa vez tem um TL/DR no fim.
A parte 1 é essa aqui: https://www.reddit.com/brasil/comments/7c6tsx/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
PS.: escrevi isso aqui correndo assim que cheguei em casa, então provavelmente pode estar confuso ou com uns errinhos. Nem de perto foi tão trabalhado quanto o conto que eu fiz da primeira parte. Me desculpem de antemão.
Tive uns dos finais de semana mais atípicos dos últimos anos. Acho que nunca viajei tanto em memórias e dúvidas. Será que realmente rolava alguma coisa? Aliás, será que foi ela mesmo que eu vi na rua? Ela aprecia tão mais velha que talvez sequer fosse a mesma pessoa. E cá estava eu viajando porque uma pessoa aleatória me morou na rua e eu a confundi com alguém que não vejo há doze anos.
Ainda assim, embarquei na onda da nostalgia. Escutei os CDs do Linkin Park, System of a Down, Evanescence e Radiohead que a gente ouvia na época, baixei alguns jogos que eu jogava na época (Xenosaga, Burnout e alguns outros) e coloquei no PS2 que eu achei por um preço ridículo numa feira de rua. Assisti Anjos da Noite e Oldboy, dois que eu lembro de ver naqueles tempos. Domingo eu estiquei a ida à feira e fui até o curso de inglês que frequentávamos juntos, refiz o caminho de lá até casa onde os pais dela moravam. Antes que perguntem, não, eles não moram mais lá. Sei disso porque a casa apareceu à venda há muito tempo.
Foi um fim de semana agridoce. A esposa me achou meio para baixo, eu revirei horas no travesseiro antes de conseguir dormir. Segunda de manhã, indo para o trabalho, eu já estava mais sossegado. Cheguei à conclusão que havia uma enorme possibilidade daquilo tudo ser um baita mal entendido, que aquela mulher sequer era ela. E que eu provavelmente jamais a encontraria na minha vida. E me preocupar com algo tão inatingível era sem propósito algum. O fato de eu ter tentado encontrá-la no Facebook por horas sem sucesso só reforçava isso.
Eu conhecia apenas um dos seus sobrenomes, mas ela não aparecia de forma alguma. Tentei com sobrenome aleatórios algumas boas 20 vezes, devo ter aberto mais de 200 perfis. Nada. Nem sinal.
Mas eu queria falar com alguém sobre aquela história, então decidi me abrir com um amigo do trabalho que é bem gente fina e em quem confio. Passei o almoço contando a história e depois ficamos uns 40 minutos discutindo o assunto. A conclusão dele foi a mesma da galera daqui: "Caralho, como você não falou com ela? Dava um oi, chamava pra conversar".
Falei para ele também que estava começando a duvidar de mim mesmo. Ela estava com uma aparência tão mais velha e nós temos a mesma idade, eu dizia. "Cara, classe média baixa, dois filhos com 20 e poucos anos, voce nem sabe se ela é casada ainda ou não. Às vezes virou mãe solteira e está numa luta fodida".
Quando voltamos para o trabalho, fiz mais uma rodada de pesquisa no Facebook. Talvez fosse uma memória embasada do passado, talvez fosse só uma coincidência, mas eu cismei com o sobrenome Ferreira. Não era o sobrenome que eu sabia com certeza, só um chute que ficava martelando a minha cabeça. Parte de mim dizia que era confusão. Eu tinha uma amiga com o mesmo nome dela é Ferreira no sobrenome, provavelmente estava só confundido as coisas.
Nesse processo, aprendi que o Facebook te dá resultado diferentes para a mesma pesquisa quando você a faz de tempos em tempos. E logo depois desse desabafo, como se falar em voz alta fizesse ela se materializar, ela apareceu. O mesmo rosto de 12 anos atrás, o mesmo sorriso, os mesmos olhos. Minha mão tremeu no computador, levantei para pegar um café é uma água. Respirei fundo, e voltei para ver o resultado.
No começo, senti um misto de alívio e decepção. Ela parecia exatamente como 12 anos atrás, então não era possível que aquela mulher que encontrei na semana passada fosse ela. Abri o perfil e comecei a ver as fotos, os filhos, a pouca vida dela que aquela janela mostrava. Quando abri uma foto mais recente da linha do tempo, a verdade voltou com um soco no estômago: eu realmente a encontrara. A foto de perfil era antiga, mas as mais recentes não deixavam espaço para dúvidas. Eu tinha esbarrado com ela.
Chamei meu colega de trabalho para tomar um café e mostrei as fotos no celular. "Se você não me dissesse que ela tem a mesma idade que a gente, eu nunca ia acreditar em você. Ela parece uns dez anos mais velha, mas era a menina bonita antigamente". E fez a pergunta que eu já estava fazendo mentalmente. "Porra, uma porrada de foto com a família e os filhos, mas e o pai?".
A resposta eu encontrei na lista de amigos dela. Percebi que tinha amigos em comum com outra pessoa da família que tinha o mesmo sobrenome, um amigo farmacêutico que começara a trabalhar em uma farmácia perto do ligar onde trabalho. Era perfeito. Liguei para ele dizendo que queria trocar uma ideia, mas ele tinha acabado de ser transferido para outra unidade da rede para cobrir uma unidade. Com um fogo no cu absurdo, larguei o foda-se no trabalho, peguei um Uber e fui para lá.
No caminho, eu já não sabia bem o que estava fazendo. Eu ficava vendo e revendo aquelas fotos no celular no caminho, lembrando mais e mais dela. É engraçado lembrar de uma pessoa com quem você teve um relacionamento tão profundo e tão curto há tanto tempo. Às vezes eu não sabia bem se eu estava lembrando de alguma coisa ou se eu estava fantasiando, se estava extrapolando algumas memórias.
Fuçando o Facebook dela - curtidas, comentários, gostos, fotos - eu via que ela era exatamente o que eu imaginava. Uma pessoa extremamente simples, de família de classe média baixa, com um estilo de vida simples, bem família e discreta. Os filhos pareciam ser o primeiro lugar em tudo.
Encontrei meu amigo por volta das 16h e subi para a sobreloja da farmácia. Ele vivia falando que o trabalho dele era um marasmo absurdo e tudo que ele fazia quase o dia inteiro era ficar no segundo andar jogando 3DS e como ele estava prestes a comprar um Switch só por conta disso. "Queria ter esses problemas no meu trabalho", brinquei.
Esse meu amigo não é super próximo, mas nos conhecemos há uns 15 anos e crescemos na mesma vizinhança. Apesar de não ser o tipo de pessoa para quem eu desabafo, é alguém em quem eu confio demais. Contei para ele a história toda. "Porra, mas achei que você e XXXX fossem felizes. Vocês têm uma vida tão tranquila". A gente é, eu expliquei. Na verdade eu sou feliz para caralho com a minha vida conjugal, "mas essa ogiva nuclear me fodeu completamente. Pelo menos nesse fim de semana".
É aqui que a história dá uma guinada um pouco para pior. Meu amigo farmacêutico é o tipo de cara que está a cada semana com uma mulher diferente. Os namoros nunca duravam muito. Ele é pintoso e gente fina, então é o tipo de cara para quem chove mulher. E uma dessas mulheres era prima dela, uma mulher com quem ele saiu até por bastante tempo (quase seis meses) dentro dos parâmetros dele.
Ele não lembrava os detalhes, mas ela ficou "falada" na família por conta da crise no casamento. Casou nova, passou para um concurso público que pagava bem mal, mas pelo menos era um emprego garantido, e teve um filho logo no primeiro ano do casamento. No começo, parecia conto de fadas: os dois colegas de escola casam, passam em concursos públicos diferentes (naquele boom de concursos que rolou entre 2005~2010) e têm dois filhos bem rápido. Aos 22 anos, eles já tinham a vida "feita" para alguns padrões.
Mas isso não durou muito. Meu amigo farmacêutico não sabia dos detalhes, obviamente, mas o cara se arrependeu de ter casado tão cedo. Ela largou a faculdade para se dedicar aos filhos. Ainda assim, faltava tempo para cuidar dos dois. Ela largou o emprego público também para se dedicar às crianças e virou dona de casa em tempo integral.
"Ela passou em um concurso público de primeira, eles achavam que ia ser fácil entrar em órgão público mais tarde, quando as crianças estivessem maiores". Burrice do caralho, pensei. A procura por concurso público cresceu vertiginosamente e as vagas minguaram. Agora até os concursos mais bundas tinham altíssima concorrência.
Aparentemente, boa parte da família foi contra. A gente está falando de uma família de classe média baixa de um subúrbio bem quebrado. Para eles, aquela vaga no emprego público era a garantia de que ela teria estabilidade para a vida toda. Ela insistia que o marido tinha um emprego melhor e que eles economizariam tendo ela como dona de casa.
Passaram algum tempo juntos dessa forma, mas o cara ficou de saco cheio. Meu amigo não sabe se chegou a acontecer traição ou não, mas ele enjoou daquela vida. Achava que tinha casado muito cedo, que não tinha aproveitado a vida. Que os dois se precipitaram, que ele não tinha vivido. Que ele não queria ficar preso naquela vida desde tão cedo.
E meteu o pé.
Na família, segundo meu amigo, rolava um misto de pena e revolta com a menina pelas decisões dela. No final das contas, ela voltou para a casa dos pais, entrou em depressão e passou a viver em função dos filhos. Ela não conseguiu terminar a faculdade e jamais a reatou por causa deles também.
Caralho.
No caminho para casa, eu fiquei pensando o quanto aquilo era triste e curioso. Triste por razões óbvias. Curioso porque ela viveu o meu sonho. Sei que pode parecer besteira, mas meu sonho sempre foi casar e ter filhos cedo. Eu nunca fui um cara muito da pegação - até porque, como já disse aí, sempre tive a auto-estima muito baixa - e sempre quis ter uma família, meu sonho sempre foi ter filhos. E eu queria curtir os meus filhos o máximo que pudesse. Imagina você com 32 e um filho de 10 anos? Quanta coisa gostosa você não ia poder compartilhar, viver junto? Acho que o passar do tempo torna o abismo entre as gerações cada vez maior, o que dificulta essa aproximação entre pais e filhos. Em tempo, é só uma opinião pessoal. Não tenho filho, então não tenho muita voz nisso e posso estar redondamente enganado.
Ela viveu o meu sonho, mas tudo deu radicalmente errado. Hoje eu entendo como deve ser problemático casar cedo. Eu casei com 26, o que muita gente já chamaria de cedo hoje em dia. Mas caralho, casar aos 20? Eu precisaria ter certeza absoluta de que estava com uma ótima pessoa ao meu lado, mas é difícil a gente chegar a essa conclusão tão cedo. A maioria das garotas com quem saí entre meus 18~22 anos jamais estariam na minha lista de possíveis esposas hoje em dia. Algumas são minhas amigas até hoje, mas a grande maioria ganhou pensamentos e posições que vão contra quase tudo que eu acredito.
Tentei imaginar a vida dela agora. 32 anos, dois filhos, divorciada, sem faculdade e depois de largar um emprego público, morando na casa dos pais. Os posts e fotos dela no Facebook tem um quê de agridoce. Parece haver um amor incondicional pelos filhos e pelo desenvolvimento deles. Mas ao mesmo tempo parece haver uma triste por não ter aproveitado a vida. Encontrei até um post antigo em que ela nunca tinha andado de avião e sonhava em conhecer a Europa, postava fotos dos lugares que gostaria de viajar, lia livros sobre eles.
Eu sei que isso pode soar paternalista, mas tudo isso me pesava muito o coração. Me dava vontade de ir lá, de mudar a vida dela, de levá-la para Paris, Roma, Praga, Porto, as poucas cidades que visitei nas vezes em que fui para lá. Me dá vontade de correr para encontrá-la, abraçar, ficar com ela, conversar, qualquer merda.
Mas aí eu caio na realidade. Cá estou eu, casado, relativamente estabelecido, vivendo super de boa até sexta-feira. E se eu puxar uma conversa no Facebook para encontrá-la, chamar para um café pelos velhos tempos e falar que fiquei sem jeito de puxar papo com ela quando a vi na praça sexta-feira? O que eu vou dizer?
Depois de explicar porque saí do curso daquele jeito, 12 anos atrás, vou falar que era completamente apaixonado por era e que estava me sentindo feito um adolescente agora? Será que não vou adicionar mais um arrependimento para a lista dela, partindo do princípio que ela talvez também sentisse algo por mim à época? E se não sentia, de que isso serviria?
E não sei as consequências que vê-la pessoalmente podem ter. Sim, ela parece bem mais velha e o tempo não foi bom com ela. Mas eu ainda a acho linda e sinto um aperto no coração idiota toda vez que olho para as fotos dela no Facebook. Eu tenho medo de aparecer, me mostrar como algum exemplo da felicidade e bom senso (sim, já escutei de amigos meus que tenho a vida "perfeita demais" por conta do meu bom senso em geral, apesar de eu achar que tenho uma vida ok, só pautada pelo "pensar antes de fazer") que apenas acentue as más escolhas dela. Eu tenho medo de não aguentar e fazer merda, de estragar um casamento que vai bem para caralho.
Ela está aqui, a um clique de distância, e não sei o que fazer. Nem se devo fazer alguma coisa.
TL/DR: achei a menina no Facebook depois de chutar dezenas de sobrenomes diferentes. Ela está divorciada, largou um emprego público e parece estar numa fossa fodida. Eu não sei se devo fazer alguma coisa ou deixar esse feeling morrer e continuar vivendo deixando esse fuck up de ter sumido da vida da menina para trás.
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